terça-feira, 29 de novembro de 2011

Flores e Frutos

Não me pergunte o porquê do título. Eu ando obediente com as palavras e os pensamentos: quando e onde querem, saltam sem pedir licença alguma. :) 

As coisas mudaram muito da última postagem pra cá. Eu tô muito mais tranquila, curtindo muito a chegada da minha pequena Maria Amélia e me matando para terminar esse período interminável do curso. Ainda bem que não preciso de notas - é só no que eu penso! 

O baque da notícia me animou muito depois. Me dei o direito de questionar várias coisas: Serei boa mãe? Vou dar conta da rotina de HOJE duas vezes mais intensa? Meu relacionamento com o Homero vai aguentar? E o meu comigo mesma? Onde vai parar? 

Quem foi que disse que as mães são sempre seguras? Que nasceram para isso? Que em algum momento do dia não se questionem se aquilo tudo vai valer a pena? O que eu aprendi nesses útlimos dias de pensamentos profundos é que eu posso ser humana. 

Não há amor maior do que o que eu sinto ao olhar o Leon, ao vê-lo dormir, acordar com muita preguiça, mamar, chorar, falar "papa", reconhecer o pisca-pisca de natal dizendo "tatau". Não há prazer que eu me lembre de ter sentido que faça qualquer descoberta dele ser pequena. 

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